ORAÇÃO DE UM CÃO EM FAVOR DA ADOÇÃO
Ajuda-nos Senhor
Fazemos parte da vossa Divina Criação
Neste nosso mundo cão, não basta apenas ter piedade
Precisamos de solidariedade
Precisamos de ação.
Além de um pedaço de um chão,
Um alojamento nos corações
Ajuda-nos Senhor...
É tão difícil a madrugada gelada
A chuva, a enxurrada
O sol escaldante
E a fome humilhante.. .
Ajuda-nos Senhor....
É tão difícil ser enxotado a todo instante
Nesta terra, como todos,
Também somos viajantes
É tão pouco o que te pedimos...
Um cobertor que mesmo em trapinhos,
Possa aquecer nosso corpinho.
Uma família,
Um carinho
Uma água bem fresquinha,
Uma panelinha com um pouco de comidinha
Um afago nem que seja de vez em quando
O pouco que vier, vale tanto...
Proteja-nos Senhor.
Das surras que não merecemos,
As vezes tão pouco entendemos.. .
Proteja-nos da violência
Da impaciência.. .
E ajuda-nos a entender quando nossos atos forem de desobediência
Ajuda-nos Senhor
Nos só podemos retribuir esta graça, doando nosso amor
Lambendo o rosto do nosso protetor
Ajuda-nos Senhor
Tocando os corações, incentivando- os para adoções
Somos muitos, somos milhares.
Somos pretos, somos brancos, malhados, idosos,
cansados, desiludidos e traumatizados
Somos abandonados das ruas
Aglomerados nas instituições
Suplicando por uma adoção....
Ajuda-nos Senhor
Não basta ter piedade
Precisamos de ação
Precisamos de solidariedade
Ajuda-nos Senhor a restituir a nossa dignidade.
E no término desta minha oração
Eu deixo um uivo sentido
Que espalhando no universo se faça ouvido
Ecoando na alma do homem bom
Possamos ter um espaço em seu coração
Ajuda-nos Senhor!
Au..Au...
AUMÉM!
Cora Maria
****************************************************************
Adote um animal!!!
www.familiaauquimia.com.br
domingo, 29 de novembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Atenção aos primeiros sinais de violência:
Atenção aos primeiros sinais de violência:
"No sábado da semana passada, cometi meu primeiro assassinato. A vítima foi minha querida cachorra Sparkle. Nunca vou esquecer o uivo que ela deu. Pareceu algo quase humano. Então nós rimos e batemos mais nela".
Esta frase foi extraída do diário de Luke Woodham, 16 anos, acusado pela morte da mãe e por ter matado a tiros dois colegas no Mississippi.
Brenda Spencer, outra colegial, costumava se divertir ateando fogo na cauda de cães e gatos e ninguém deu muita importância a isto até que ela matou duas crianças nos EUA.
O "serial killer" Jeffrey Dahmer costumava empalar sapos quando criança e "o estrangulador de Boston", Albert de Salvo, responsável pelo assassinato de 13 mulheres, era um especialista em armadilhas para animais.
Esses exemplos ilustram uma macabra conexão entre a crueldade oferecida aos animais e a violência contra as pessoas e autorizam especialistas como Allen Brantley, do FBI, a afirmar que maltratar um animal nunca é, apenas, um fato lamentável, mas sim um sério alerta de perigo.
Inúmeras pesquisas têm comprovado este vínculo de violência ("abuse connection") e não só em casos patológicos.
Em New Jersey, por exemplo, 88% das famílias tratadas por conta de abusos contra crianças tinham histórico de agressão aos animais.
Pesquisa com mulheres espancadas em Utah, demonstrou que 71% das que tinham animais de estimação relataram que seus agressores também os haviam maltratado.
(Estes e outros dados em http://www.pet-abuse.com/ e nas dezenas de links sugeridos pela página).
Quando discutimos a educação das crianças, devemos dar atenção a este tema e incentivar todas as formas de cuidado para com os animais.
Os efeitos benéficos serão sentidos não só pelos animais - o que já seria razão suficiente - mas também pela criança que estrutura seus valores morais.
Essa possibilidade já havia sido percebida por muitos pensadores desde os gregos antigos, até Shopenhauer, Nietzsche e Kant e valorizado por tradições religiosas como o budismo.
Ocorre que nossa época parece ter incorporado uma insensibilidade radical diante do destino das outras formas de vida (o que também estimulará o tratamento dos seres humanos como objetos descartáveis).
Assim, as experiências com bichos continuam sendo feitas, a maior parte delas para testar cosméticos envolvendo, por exemplo, pingar substâncias químicas nos olhos de coelhos e medir a extensão dos danos.
Assim, convive-se com a estupidez de um mercado de produtos feitos com a pele ou o couro de animais selvagens; com a "caça esportiva" - um estranho esporte, assinale-se, onde uma das partes deve morrer para a diversão da outra, com as exibições de animais em circos, etc.
Nada disso se compara, entretanto, com o tratamento oferecido às aves, bovinos ou suínos nas chamadas "fazendas industriais" de forma que se todos soubessem a história da carne que comem, penso que muitos perderiam o apetite (os interessados podem acessar, por exemplo, http://www.peta.org/ , onde há vídeos sobre as fazendas industriais).
Por estas e por outras, o que havia de carnívoro em mim, bate em retirada um tanto quanto envergonhadamente. Pelo motivo de Jeremy Benthan para quem, frente aos animais, a verdadeira questão não era a de saber se eles seriam capazes de raciocinar, mas sim se eles seriam capazes de sofrer. Se lembrarmos disto, muita coisa em nossa vida irá mudar, a começar por nossas refeições.
Marcos Rolim (texto autorizado pelo autor)
www.pet-abuse.com
www.peta.org
"No sábado da semana passada, cometi meu primeiro assassinato. A vítima foi minha querida cachorra Sparkle. Nunca vou esquecer o uivo que ela deu. Pareceu algo quase humano. Então nós rimos e batemos mais nela".
Esta frase foi extraída do diário de Luke Woodham, 16 anos, acusado pela morte da mãe e por ter matado a tiros dois colegas no Mississippi.
Brenda Spencer, outra colegial, costumava se divertir ateando fogo na cauda de cães e gatos e ninguém deu muita importância a isto até que ela matou duas crianças nos EUA.
O "serial killer" Jeffrey Dahmer costumava empalar sapos quando criança e "o estrangulador de Boston", Albert de Salvo, responsável pelo assassinato de 13 mulheres, era um especialista em armadilhas para animais.
Esses exemplos ilustram uma macabra conexão entre a crueldade oferecida aos animais e a violência contra as pessoas e autorizam especialistas como Allen Brantley, do FBI, a afirmar que maltratar um animal nunca é, apenas, um fato lamentável, mas sim um sério alerta de perigo.
Inúmeras pesquisas têm comprovado este vínculo de violência ("abuse connection") e não só em casos patológicos.
Em New Jersey, por exemplo, 88% das famílias tratadas por conta de abusos contra crianças tinham histórico de agressão aos animais.
Pesquisa com mulheres espancadas em Utah, demonstrou que 71% das que tinham animais de estimação relataram que seus agressores também os haviam maltratado.
(Estes e outros dados em http://www.pet-abuse.com/ e nas dezenas de links sugeridos pela página).
Quando discutimos a educação das crianças, devemos dar atenção a este tema e incentivar todas as formas de cuidado para com os animais.
Os efeitos benéficos serão sentidos não só pelos animais - o que já seria razão suficiente - mas também pela criança que estrutura seus valores morais.
Essa possibilidade já havia sido percebida por muitos pensadores desde os gregos antigos, até Shopenhauer, Nietzsche e Kant e valorizado por tradições religiosas como o budismo.
Ocorre que nossa época parece ter incorporado uma insensibilidade radical diante do destino das outras formas de vida (o que também estimulará o tratamento dos seres humanos como objetos descartáveis).
Assim, as experiências com bichos continuam sendo feitas, a maior parte delas para testar cosméticos envolvendo, por exemplo, pingar substâncias químicas nos olhos de coelhos e medir a extensão dos danos.
Assim, convive-se com a estupidez de um mercado de produtos feitos com a pele ou o couro de animais selvagens; com a "caça esportiva" - um estranho esporte, assinale-se, onde uma das partes deve morrer para a diversão da outra, com as exibições de animais em circos, etc.
Nada disso se compara, entretanto, com o tratamento oferecido às aves, bovinos ou suínos nas chamadas "fazendas industriais" de forma que se todos soubessem a história da carne que comem, penso que muitos perderiam o apetite (os interessados podem acessar, por exemplo, http://www.peta.org/ , onde há vídeos sobre as fazendas industriais).
Por estas e por outras, o que havia de carnívoro em mim, bate em retirada um tanto quanto envergonhadamente. Pelo motivo de Jeremy Benthan para quem, frente aos animais, a verdadeira questão não era a de saber se eles seriam capazes de raciocinar, mas sim se eles seriam capazes de sofrer. Se lembrarmos disto, muita coisa em nossa vida irá mudar, a começar por nossas refeições.
Marcos Rolim (texto autorizado pelo autor)
www.pet-abuse.com
www.peta.org
domingo, 8 de novembro de 2009
Polícia prende jovem que enrolou gata em fita adesiva nos EUA
Quem dera no nosso país de 3º Mundo esses psicopatas também fossem presos ao invés de pagarem cestas básicas (para humanos!!)
Polícia prende jovem que enrolou gata em fita adesiva nos EUA
Felino foi encontrado na semana passada em praça na Filadélfia.
James Davis, de 19 anos, foi detido no domingo acusado de crueldade contra animais. (Foto: AP)
O norte-americano James Davis, de 19 anos, foi preso por policiais neste domingo (27) na Filadélfia, nos Estados Unidos, acusado de crueldade contra animais por ter enrolado fita adesiva em uma gata. O felino foi encontrado na última terça-feira (22.10.2009) enrolado com fita adesiva, das patas ao pescoço, em uma praça na Filadélfia. Levado à sociedade protetora dos animais do estado da Pensilvânia, o animal teve a fita retirada do pelo e passa bem. Na ocasião, panfletos tinham sido distribuídos na região onde a gata foi encontrada, e uma recompensa de US$ 1 mil (cerca de R$ 1,8 mil) havia sido oferecida.
Gata foi encontrada coberta de fita, das patas ao pescoço. (Foto: Divulgação/Pennsylvania Society for the Prevention of Cruelty to Animals)
Polícia prende jovem que enrolou gata em fita adesiva nos EUA
Felino foi encontrado na semana passada em praça na Filadélfia.
James Davis, de 19 anos, foi detido no domingo acusado de crueldade contra animais. (Foto: AP)
O norte-americano James Davis, de 19 anos, foi preso por policiais neste domingo (27) na Filadélfia, nos Estados Unidos, acusado de crueldade contra animais por ter enrolado fita adesiva em uma gata. O felino foi encontrado na última terça-feira (22.10.2009) enrolado com fita adesiva, das patas ao pescoço, em uma praça na Filadélfia. Levado à sociedade protetora dos animais do estado da Pensilvânia, o animal teve a fita retirada do pelo e passa bem. Na ocasião, panfletos tinham sido distribuídos na região onde a gata foi encontrada, e uma recompensa de US$ 1 mil (cerca de R$ 1,8 mil) havia sido oferecida.
Gata foi encontrada coberta de fita, das patas ao pescoço. (Foto: Divulgação/Pennsylvania Society for the Prevention of Cruelty to Animals)
sábado, 24 de outubro de 2009
Luna para adoção!!
Sou a Luna!
Sou super meiga, muito carinhosa e dócil!
Já estou castrada, vermifugada e vacinada.
Sou alegre, mas ao mesmo tempo muito tranquila!
Me dou super bem com qualquer amiguinho!
Adoro mesmo é um chamego!
Para me adotar entre em contato com minha tia pelo (0xx21) 9777-1110
Sou super meiga, muito carinhosa e dócil!
Já estou castrada, vermifugada e vacinada.
Sou alegre, mas ao mesmo tempo muito tranquila!
Me dou super bem com qualquer amiguinho!
Adoro mesmo é um chamego!
Para me adotar entre em contato com minha tia pelo (0xx21) 9777-1110
sábado, 10 de outubro de 2009
Encontrei seu cão
Encontrei seu cão
Olá, hoje eu encontrei seu cão em um bairro na cidade. Não, ele não foi adotado por ninguém. Na nossa cidade a maioria das pessoas já tem cães e aqueles que não têm nenhum não querem um cão.
Eu sei que você esperava que ele encontrasse um bom lar quando o deixou aqui, mas ele não encontrou. Quando o vi pela primeira vez, ele estava sozinho, com sede, magro e mancava por causa de um machucado na pata.
Eu queria tanto ser você naquele momento em que parei na frente dele. Mas eu estava trabalhando. Você devia ter visto a sua cauda abanando e seus olhos brilhando, se aproximando para pular em meus braços, pois ele sabia que você o encontraria, sabia que você não esqueceria dele. Em seus olhos eu via o perdão pelo sofrimento e pela dor por que ele havia passado em sua jornada sem fim à sua procura... Mas eu não era você.
E, apesar das minhas tentativas de convencê-lo a se aproximar, seus olhos viam um estranho. Ele não confiava em mim. Meu uniforme o assustava e ele não se aproximava.
Ele virou as costas e o segui por instantes tendo a certeza de que esse caminho o levaria a você. Ele não entende que você não está procurando por ele. Ele só sabe que você não está lá, sabe apenas que precisa te encontrar. Isso é mais importante do que comida, água ou um estranho como eu.
Veja bem, ele não é um cão selvagem. Ao domesticá-lo, você tirou dele o instinto de sobrevivência nas ruas. Ele só sabe que precisa caminhar o dia todo. Ele não sabe que o sol e o calor podem custar-lhe a vida. Ele só sabe que precisa encontrá-lo e mesmo machucado caminha e assustado mesmo sem demonstrar se afasta.
Aproximei-me com cuidado, acenei e mesmo com dúvida ele veio até mim, o acariciei, coloquei uma guia leve sobre seu pescoço e como se fosse seu dono, dei muitas voltas pela rua a procura de você.
O tempo passou e vi que ninguém sabia onde você estava. Carinhosamente e como se fosse o meu cão o coloquei junto ao meu coração e o recolhi das ruas.
Penso em levá-lo para casa, mas tenho outros e meu espaço já não mais seria suficiente.
Aguardei um pouco na esperança de que você aparecesse e sentindo a falta da alegria dele me questionando onde você está... Bem, você não apareceu.
Por dias estive ao lado de seu cão aguardando a sua vinda, dei todo o carinho que ele necessitou, mas uma das coisas que ele mais queria era te ver.
Infelizmente os dias se passaram e ele adoeceu e já não comia mais.
Sua alegria era transmitida por um olhar entristecido. E assim ele foi deixando este mundo.
Mesmo nos últimos momentos de sua vida eu estava lá, mesmo que por minutos ao lado e
esperando para ver o brilho, por um instante sequer, naqueles olhos vazios.
Rezei, pedindo que sua jornada o tenha levado àquele lugar que acho que você esperava que ele encontrasse. Se você soubesse por quanta coisa ele passou para chegar lá...
Hoje, eu que sempre fui criticado por você acompanho estes momentos e sofro ao vê-lo, e sei que, se ele acordasse agora, e eu fosse você, seus olhos brilhariam ao reconhecê-lo, ele abanaria sua cauda, perdoando-o por tê-lo abandonado.
Enio R. Carreiro.
Funcionário do CCZ - Mogi das Cruzes
Formação de Oficial de Controle Animal - BEA
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Nosso site mudou!!
Nosso site mudou!!
Agora é
Lá vocês encontrarão carinhas lindas procurando um lar!!!
Lambsbeijos!!
domingo, 20 de setembro de 2009
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